Pages

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Caimento

Onde, exatamente, fica o topo do mundo? Me diga que eu juro que vou.
Vou encontrar uma estrela, um barco, um chão.
Me diga onde é o topo que procuro dentro de mim uma maneira de chegar.
Nesse oceano de sentimentos, nessa imensidão de pensamentos.
Onde fica a borda? Quero tocar nas estrelas, sentir o suave frescor de nuvens de algodão.
Não sei como é esse mundo, lá fora venta e as janelas chiam. É como se eu andasse entre árvores gigantes, num chão de terra batida cheio de sonhos mortos. Numa bacia à mesa, lágrimas que não chorei, são lágrimas de quê? Lágrimas de quem?
Por quem eu choro? Pelo o quê?
O mundo pode ser uma caixa de papelão vazia, embocada contra o chão, escura.
Como se gritos ecoassem pela cidade isolada.
Se fecho os olhos quase posso perceber a tristeza.
Ela sempre esteve aqui?
Onde fica o topo do mundo? Quero ir ao pico, pois temo procurar o fundo. E se eu cair? E se eu cair? Será que vou ter forças para voltar? Onde fica o topo do mundo? Me diga, me diga que eu vou buscar ganas para ir até lá.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Onde os fracos não têm vez...

     Algumas pessoas dizem que o dinheiro é o mal do mundo. Que o dinheiro é aquilo que faz com que mostremos nossos piores lados, que deixemos de pensar nos outros e sejamos egoístas. Tá, isso é bem bonito e filosófico, dá a sensação de que somos maravilhosos, mas somos corrompidos por um vilão impiedoso e que se esse vilão absurdo não existisse, tudo seria lindo. Para mim esse teoria é tão fraca e tão facilmente contraditória e absurda que mal entendo como algumas pessoas podem defendê-la com tanto fervor. Quer dizer... Quem inventou o dinheiro, afinal? Ele caiu do céu? Foi encontrado na terra? Não né, fomos nós, seres humanos que resolvemos colocá-lo para negócio. E depois, quem é que controla o dinheiro? São os anjos? São energias cósmicas? Não também, né... Somos nós. Então vamos mais além...
     Você tem um pedaço de pão na sua mão, o pão, que é um alimento que nos faz tão bem... Se você usa aquele pão para sufocar uma pessoa até a morte, quem é o vilão? Você ou o pão? Porque para mim, sugerir que o dinheiro é o vilão de tudo, é acreditar que se você não tivesse aquele pão, você não ousaria matar a outra pessoa. É simplesmente querer ser simplista alegar que o mal do mundo é um bando de papel cortado que usamos para controlar o que temos ou o que não temos. O dinheiro passou a existir porque foi necessário, porque as trocas pequenas e singulares que estavam sendo feitas nas feiras medievais já não eram mais suficientes, porque as vezes você só tinha trigo, mas precisava comer aveia e o dono da aveia não queria trigo porque o que ele estava precisando mesmo era de mel, que só era trocado numa feira lá longe, mas em compensação o dono do transporte não queria aveia também, e nem trigo.
     O dinheiro foi necessário e continua sendo até hoje. Não é o papel-moeda o culpado e nem o capitalismo, mas nós. Nós somos culpados por não saber lidar com esse objeto que nos permite ter mais coisas. Estamos sempre querendo mais e se a pessoa do nosso lado estiver morrendo, aprendemos a não nos importar desde que nós tenhamos o que queremos. Não é o dinheiro que nos corrói, mas nós que corrompemos tudo e todos. Já dizia Thomas Hobbes: "O Homem é o lobo do Homem" e ele está certíssimo, quem vai dizer que não? Ele lá atrás percebeu que era o homem quem fazia todas as besteiras e que corrompia um ao outro, foi ele quem disse que precisamos ser podados, precisamos ser regidos por leis para que não façamos coisas grotescas. Tá aí, temos as leis, temos os governos. Na teoria TUDO é controlado por um outro órgão e funcionaria perfeitamente se nós, mais uma vez, não estivéssemos errando.
     Acho que nós erramos, MUITO, em não fazer nada. E depois erramos mais um pouco em não pensar. Porque quando alguém se movimenta, se você observar bem vai perceber que nem ela sabe o motivo de estar se movimentando. Eu vejo tanto isso que dá náuseas. Me diz, para que existe o seu cérebro, afinal?

sábado, 29 de setembro de 2012

Existo, logo penso????

Nietzsche que me dê licença da citação, mas é sério isso?

Será que essa filosofia do "existo, logo penso" pode ser realmente comprovada? Quantas pessoas, SEM DÚVIDA, existem por aí, mas não pensam. Elas vomitam. Vomitam repetições, compartilham frases que elas nem sequer sabem o que significam, elas estão por aqui vivendo e só. Nada para acrescentar.
Caramba, está faltando pensamento no século XXI. Tem gente demais e reflexão de menos, tem repetição de mais e senso crítico de MUITO menos. Senso crítico, que locução maravilhosa, que preciosidade que está esquecida entre a moda e a futilidade.

Tem gente que acha que pensa, mas vomita frases "cults" e pensamentos políticos teóricos LINDOS, mas que na prática não servem nem para calcular o gasto do senado com a limpeza dos banheiros. Sobre isso não posso culpar os cidadãos pela ignorância já que ninguém ensina mais como que as coisas funcionam, não tem ninguém para indicar o caminho hoje em dia e a pessoa anda como dá. O problema é vomitar achando que está cristalizando carbono hexagonal.

Tem diversas coisas que me deixam injuriada ultimamente com ligação à esse padrão que vou nomear carinhosamente de "idiotização cult". Pois bem, ela está em todos os lugares: na faculdade, no facebook, na televisão, no twitter, nos e-mails de trabalho,nas rádios, no programa eleitoral, nas boas intenções...  E o mais surpreendente é como a idiotice se espalha! Com nessa onda de compartilhamento o que realmente interesse fica preso em algumas poucas visualizações enquanto a idiotice se prolifera como epidemia.

É verdade que devemos ser firmes em nossas opiniões e que se as temos é porque achamos que elas são sensatas. Mas a pessoa que tem fortes argumentos para manter sua opinião, mesmo que para mim esta seja a mais estúpida possível, já ganha pontos. O que me incomoda, além da falta de coerência de alguns lemas, se algumas visões, é a repetição desenfreada destas quando muitas vezes não se sabe nem do que se está falando. Como por exemplo, vi no facebook esses dias... Um compartilhamento dizendo que homem machista acha feio mulher falar palavrão... Até eu acho feio. Falo, mas acho feio. Acho feio homem falando também. A grande diferença é que na minha visão, mulher é mais sensata que homem. Mulher percebe as coisas de maneira mais clara e cabe a ela se portar com mais educação, com uma postura adequada. E se o homem está fugindo disso, sinalizar para ele que não está adequado.  Também tinha uma dizendo que homem machista chama senso crítico de TPM... Dá licença, eu tenho TPM e eu mesma não me suporto quando estou nesses dias e sei de um monte de gente que fica um SACO com sua porção de opiniões exageradas e dramáticas/esbaforidas/melodramáticas/nervosinhas. Existe diferença entre "senso crítico" e "falação".

Nessa comunidade tinham algumas outras tantas atrocidades. Tinham algumas, bastante até, quer eram verídicas, coerentes e tal, mas outras?! Outras eram simplesmente... melhor nem dizer. A minha crítica aqui é por colocar tudo num saco só e não pensar no que isso significa. E não ter noção de quais arestas isso deixa. Porque nada é unilateral nessa vida. Você tem que ter noção disso e refletir sobre as cartas que não estão na mesa, ou seja, nas coisas que não podem ser vistas do seu ponto de vista.A vida é como um jogo de cartas, não é porque você tem um bom jogo que pode garantir saber onde estão todas as outras cartas e o que elas significam...

E aí Nietzsche.. Só porque eu existo, será que eu penso?

domingo, 15 de julho de 2012

Virando na esquina...

     A tristeza é assim. Nunca sei, nunca entendo. A tristeza é uma coisa chata que perturba, que se instala, que faz cabana, casa. Acho que ninguém sabe quando está prestes a se sentir tristeza, isso apenas acontece, simples, quando percebemos nos sentimentos menos felizes, menos dispostos, mais incomodados, porém cientes de que ou não temos o que fazer ou não estamos pretendendo fazer nada. Porque a tristeza é viciante, ela é dominadora, ciumenta, orgulhosa.
   Quem não está triste nunca entende quem está. Não importa quantas vezes na vida você já se sentiu assim, a regrá é clara: você não vai entender. Porque a dor, o mal, o incomodo do outro nunca tem o mesmo peso, a mesma importância. Passamos a ver tudo com olhos críticos.
   Não é a tristeza que me incomoda no final, o que me incomoda é saber que eu sei muito bem porque ela está instalada e no fim saber que a culpa é minha. Ela está aqui porque eu deixei, mas eu não tenho como retirá-la. Posso fingir, posso sorrir, posso tentar não pensar, mas a tristeza continua, depois que se instala só vai embora quando quer, quando acha que tem outra pessoa melhor para servir de moradia.
   Ela vem seguindo motivações diversas, as vezes é um item perdido, um coração partido, um jogo não vencido, um machucado dolorido, sei lá. Ela vem quando quer, quando acha que é a hora, quando você está muito bem ou quando você está muito mal, pra fechar o caixão de vez.Nunca entendi a tristeza. Ela não te faz mais inteligente, mais divertido ou mais bonito. Pelo contrário, te deixa cabisbaixo, cheio de olheiras e de mau humor. A tristeza é um saco! Mas sem ela a gente não dá valor a alegria, sem ela a gente nunca valorizaria o sorriso, o aconchego, a felicidade.
  Dizem que depois de uma baita tristeza o que tem em frente é uma bela felicidade. Não sei se é verdade, mas até que essa possibilidade melhora o ângulo. Quase consigo ver a alegria ali na frente. Opa, felicidade, me espera que já vou já. Vou quando essa tristeza passar.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Me desculpe se...


Desculpe se minha alegria te incomoda...
A culpa é dos amigos maravilhosos(únicos, figuraças, presentes divinos e que não abandonarie nunca, mesmo que eles sejam a raposa e eu o cão ou a velha) que tenho, da alegria e felicidade que é confiar em Deus e ser amada por Ele, dos pais amorosos e melhorzões do mundo que estão ao meu lado, da irmã com quem aprendi e aprendo muito todo dia, de viver sabendo que tenho cama para dormir, teto para me refugiar, roupa para vestir, comida para comer. AAH, sim, eu tenho momentos incríveis na vida e acabei de viver dias inesquecíveis e de quebra tenho a sorte de fazer a faculdade que escolhi na instituição que sonhei, ATUAR que sempre foi minha paixão, fazer os cursos que eu quero e saber que todo dia eu sou abençoada. Ah, me desculpe se minha alegria te incomoda, mas o problema não está em mim, está só em você.
xoxo

terça-feira, 3 de julho de 2012

É cool ser POP. (?)

É cool ser POP. 
É, eu também achava. Quando eu tinha 13 anos. No máximo uns 15 anos. Não quando eu tinha 18. Com dezoito eu já tinha percebido que ser popular demanda perder de pouquinho em pouquinho pedaços de nossa personalidade e por fim não se é mais nada, isso é ser um merda fútil. Aos vinte então... Ah, aos vinte essa sina de ser popular é coisa pra criança e o mundo é um moinho como diria Cazuza. Não apenas moe sonhos mesquinhos, como roda. 

Eu, como boa observadora, percebo que tem uma onda babaca de que ser popular é um estilo de vida dos sonhos, divinal. Coitados, a culpa não é desses jovens narcisistas e estúpidos, eles apenas foram esculpidos sem muita coisa no cérebro e acham que tudo que se interessa na vida é ter muitos amigos no facebook e ser badalado na faculdade. Grande coisa. Porque se o coleguinha tem uma opinião que diverge da minha, ele merece ser esculhambado, não é isso? Se o coleguinha não quer seguir as ideias da massa, ele não é digno de atenção, ele não é COOL.

O que me surpreende numa faculdade de comunicação não é exatamente que eles sigam a risca essa condição de seguidores do COOL, mas é que eles batam no peito e digam que a mídia fala para a minoria, que a mídia faz as pessoas seguirem modismos. Ora, o que eles estão fazendo não é justamente isso? O que muda é só a circunstância. Na faculdade a maioria acha bacana ficar no DCE e ser conhecido por todos os calouros, por todos os veteranos e se achar muito legal por ser querido por todos; no futuro isso se transforma em um jornalista que gosta de ter amigos e ser querido por todos e que não vai abrir mão de seu status de COOL só para falar das mazelas de uma população, ainda mais quando as mazelas deles não me atingem.

Porque, né? FODA-SE o raciocínio crítico. Me dá náuseas ver esse bando de jovens sendo babacas. Eu queria poder dizer "Ah, eles são jovens, eles estão fazendo babaquices que pessoas de dezoito e dezenove anos fazem", mas isso é uma mentira. Primeiro que eu acho uma perda de tempo você ficar tentando agradar pessoas, ficar cheirando o rabinho alheio só para ser aceito no grupinho. Segundo porque eu acho que quando você é você mesmo, vai atrair pessoas que gostem de você pelo o que você é e não por aquilo que eles querem que você seja. E para mim é muito cafona pessoa que fica fazendo tipinho, que fica tentando aparecer e ser "o engraçado", "o popular" numa faculdade. ALÔ, o tempo de ser esse tipo de pessoa ficou lá na escola. E sinceramente, eu posso falar, ja vivi minha fase de ser popular. E hoje eu concordo em número e grau com Oscar Wilde que diz "A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre. Ecoínos que me desculpem, mas eu prefiro bem mais ser uma pessoa que agrega valor, uma pessoa com conteúdo,alguém que eu goste e ter apenas duas ou uma pessoa atrás de mim, do que ser um medíocre e ter uma multidão me seguindo.


Talvez seja hora de rever que tipo de pessoa você está sendo na faculdade (e na vida também, por quê não?). Alguém de personalidade, com presença e que tenha valor ou um tipinho, que existe só para ser aceito por aqueles que se acham os bons e estão cheio de teto de vidro ?!


Termino aqui com a seguinte frase também do Oscar Wilde "Ah! Não me diga que concorda comigo! Quando as pessoas concordam comigo, tenho sempre a impressão de que estou errado."



segunda-feira, 25 de junho de 2012

Um dedo a mais. PARTE 2

Valorização. Esse é o tema da vez. Eu pensei, pensei e pensei, por fim decidi que a valorização ela também precisa acontecer em outros termos, por outros ângulos. Será que nós mesmos nos valorizamos? Quer dizer, será que não estamos sempre brincando de sermos inferiores, de nos menosprezar, de achar que qualquer pessoa que venha lá de fora, só por ser 'estrangeiro' já é melhor?! É muito fácil falar que o Brasil é uma bagunça e que nada aqui acontece direito, essa é uma história que se repete na boca de todo mundo e duvido que alguém, algum dia, não tenho dito exatamente isso. Não tiro a razão, mas acho que por trás dessa visão existe um vício de desconsiderar tudo que nosso país tem. Nós não somos definidos pelo carnaval ou pelo futebol. Nós não somos apenas nossas praias e Pelé, Ronaldinho etc. Somos um povo que se orgulha de tudo aquilo ao qual somos BEM representados. Futebol não nasceu no Brasil, é um esporte europeu, mas que o brasileiro adaptou ao seu molejo, a sua ginga, a sua criatividade. O brasileiro leva a vida como leva a bola nos pés, não com essa terrível história de "jeitinho brasileiro" de tentar trapacear e se dar bem em cima dos outros, mas na questão de ir equilibrando, se virando da maneira que dá de modo que no fim do mês tenha alimento na geladeira e na mesa, de modo que os filhos estejam se tornando pessoas honestas, ainda que a pobreza seja uma companheira ciumenta. O brasileiro é um camaleão. Tá ruim, mas está sorrindo, de bom humor. O dinheiro do mês acabou, mas eu vou atrás do bloco de rua tentar me divertir.
           Está certo que de certo modo essa maneira um pouco "positiva" ou talvez, quem sabe, acomodada, do brasileiro acaba sendo prejudicial quando o negócio está ruim e não tem como dizer "mas está bom" porque está ruim e pronto, e NÓS temos que consertar, correr a trás, exigir melhorias. Não dá pra equilibrar a bola entre os pés, quando nos dão um carrinho, uma banda, e desmontam a nossa jogada. Não dá para garantir a comida na mesa quando a pobreza dá as mãos para os corruptos, os egoístas, os safados, aqueles que querem dar "um jeitinho brasileiro" e ser malandro a custa da infelicidade dos outros. O problema do brasileiro é que ele se preocupa muito com o outro. O outro estrangeiro porque é sempre uma sombra pairando, é sempre melhor, é sempre mais inteligente, mais bem vestido, mais eficiente. O outro que mora ao lado porque se ele fez uma coisa errada, na primeira oportunidade que tenho eu faço também, já que ele está tirando essa onda, eu também quero. E que se ferre os demais. Isso não é característica de pobre não, isso é característica de grande parte dos brasileiros mesmo, do rico ao pobre, do nordestino ao sulista. Do eleitor ao político. A política de um país é o reflexo da sociedade, não podemos esquecer disso.
    Muitas pessoas não conhecem certas leis no Brasil que são muito interessantes, são inclusive superiores as leis dos demais, mas aqui... Não estão seguindo a lei, não estão cumprindo, estão trapaceando. Nossas leis eleitorais são uma das mais bem elaboradas, mas sempre tem um jeitinho de tornar tudo sujo, de usar as leis tão bem feitas para usos maléficos. Nossa política teórica é tão bonita, mas não mal utilizada na prática. Nossa constituição é tão democrática, tão justa, tão ampla, mas TÃO esquecida, desrespeitada, desconsiderada. As pessoas confundem liberdade com libertinagem, direito com apelação, limites com censura. 

Por isso nós dizemos que o Brasil é uma bagunça, porque nós, enquanto povo, enquanto POPULAÇÃO, somos desorganizados. Acomodados. Desinformados. Desvalorizados, começando pela maneira como nós mesmos nos enxergamos.

    Temos que bater no peito e honrar essa terra que nos dá nosso sustento, que nos acolheu quando nascemos, que nos dá alimento, abrigo, chances de viver. O maior cirurgião plástico do mundo é brasileiro, mas ele trabalha nos Estados Unidos, um dos melhores é o Ivo Pitanguy, brasileiro sim senhor; Oswaldo Cruz  foi cientista,médicobacteriologistaepidemiologista e sanitarista. Pioneiro nas descobertas de moléstias tropicais, descobridor de vacinas; o Brasil é o país mais avançado nas pesquisas para o coquetel para doentes da AIDS e dizem que é o país mais avançado nas pesquisas de cura para doenças que aflingem o mundo de maneira drástica, um dos maiores artistas plásticos é brasileiro, Ayrton Senna do Brasil é um marco até hoje na F1, Brasil é o único país do mundo com eleições eletrônicas que tornam o processo eleitoral mais rápido e mais democrático, temos a Amazônia, Rio de Janeiro, Fernando de Noronha, Bonito, Florianópolis, Salvador outros milhões de lugares maravilhosos de uma natureza deslumbrante, nosso povo é criativo, generoso, simpático... Temos tanto pelo o quê lutar, poderíamos ser tão mais. Mas antes de olhar para o OUTRO e desejar que alguém faça alguma coisa, precisamos NÓS começar a nos mexer. É hora de deixar de olhar para o lado e começar a olhar para a frente. 

Compartilhe!

Powered By Blogger